por Mônica Mourão da Ciranda Internacional e Pedro Vilela do FNDC

La canción de Kenia que dice “Ángel, te amo, Angel” trajo sensibilidad a la dureza de un debate que tuvo casos de personas que vinieron a ser detenido y los expatriados a ejercer su derecho a la comunicación.

Marcha do Fórum Mundial Social, em Túnis. Foto: Mídia NINJA Marcha do Fórum Mundial Social, em Túnis. Foto: Mídia NINJA

Malaika nakupenda malaika. Malaika nakupenda malaika. La canción, cantada en Swahili, lágrimas vino a iniciar uno de los participantes en el Foro Mundial de Medios Libres esta mañana (25). Así es como el keniano David John Bwakali (organizaciones de África y del Medio Ambiente Indy Media) comenzaron sus conversaciones sobre las dificultades de ejercer la libertad de expresión, incluso en un país democrático como Kenia. Otros casos de violaciónes de este derecho en contextos dictatoriales y democráticos, se discutieron en la actividad “Imagina un mundo sin medios libres”, organizado por la ONG Ritimo francesa y la Ciranda brasileño.

Bwakali presenta las dificultades y los comunicadores populares midialivristas misma cara de la democracia keniana. A diferencia de la situación en el Chad, el país africano en el que hace 25 años el mismo presidente se mantiene en el poder en Kenia no se encarcelados o exiliados por la divulgación de cualquier tipo de contenido. Sin embargo, en la barriada de Korogocho en la capital, la radio Kosh no puede transmitir su mensaje de la comunidad, por las limitaciones de transmisión similares a los de las radios comunitarias en Brasil. En este caso para comunicarse más allá de los límites de una ciudad, la Internet resulta ser una salida, al igual que con la experiencia de un blogger de Ruanda que logró liberar un discurso contrahegemónico a través de Facebook, con decenas de miles de bronceado y acciones, hacer cumplir una disputa contra los medios de comunicación que incitó el genocidio de 1994, conocida por los brasileños, principalmente a través de la película Hotel Rwanda (2004).

El contexto brasileño es similar en algunos aspectos, el keniano. El periodista y consultor de la ONG Conectas, Laura Daudén, hablaron sobre la libertad de expresión desde la perspectiva de los derechos humanos y la aplicación de la dificultad de los parámetros para la práctica concreta. Brasil aún tiene retos como la regulación de la comunicación y la aplicación de la Ley de Acceso a la Información, que fue promulgada a raíz de comentarios sobre la dictadura militar brasileña y tiene tres años completos en mayo próximo. Su aplicación, sin embargo, todavía no honrado. “Pedimos la Policía Militar el número de personas heridas en las manifestaciones en la calle 2013, y todavía no obtener una respuesta”, dijo Laura Daudén.

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El periodista y miembro del Colectivo Intervozes Bia Barbosa señaló que, además de las cuestiones políticas, el derecho a la comunicación también está limitada por el poder económico. “La concentración de los medios hace que en Brasil los medios de comunicación que no hace resonancia la pluralidad cultural y la diversidad que existe en el país”, dijo.

La canción de Kenia, diciendo “ángel, Te amo, Angel” trajo sensibilidad a la dureza del debate, que incluyó los casos de personas que quedan atrapadas y los expatriados a ejercer su derecho a la comunicación. Un mundo sin medios de comunicación libres no podrán exige una gran dosis de imaginación, ya sea en las dictaduras o democracias.A canção queniana, que diz “anjo, eu te amo, anjo” trouxe ternura para a dureza de um debate que contou com casos de pessoas que chegaram a ser presas e expatriadas por exercer o direito à comunicação.

Marcha do Fórum Mundial Social, em Túnis. Foto: Mídia NINJA

Marcha do Fórum Mundial Social, em Túnis. Foto: Mídia NINJA

por Mônica Mourão da Ciranda Internacional e Pedro Vilela do FNDC

Malaika nakupenda malaika. Malaika nakupenda malaika. A canção, entoada em suaíli, chegou a arrancar lágrimas numa das participantes do Fórum Mundial de Mídia Livre na manhã de hoje (25). Foi assim que o queniano David John Bwakali (das organizações Environmental Africa e Indy Media) iniciou sua fala sobre as dificuldades de se exercer a liberdade de expressão, mesmo num país democrático como é o Quênia. Outros casos de violações desse direito, em contextos ditatoriais e democráticos, foram discutidos na atividade “Imaginemos um mundo sem mídia livre”, organizada pela ONGs francesa Ritimo e a brasileira Ciranda.

Bwakali apresentou as dificuldades que comunicadores populares e midialivristas enfrentam mesmo na democracia queniana. Diferente da situação do Chade, país africano onde há 25 anos o mesmo presidente se mantém no poder, no Quênia não se é preso ou exilado pela divulgação de qualquer tipo de conteúdo. Porém, na favela Korogocho, na capital do país, a rádio Kosh não consegue levar sua mensagem para fora da comunidade, pelas limitações de transmissão semelhantes às das rádios comunitárias brasileiras. Nesse caso de comunicar para além das fronteiras de uma localidade, a internet acaba sendo uma saída, como acontece com a experiência de uma blogueira de Ruanda que conseguiu divulgar um discurso contra-hegemônico através do Facebook, com dezenas de milhares de curtidas e compartilhamentos, fazendo valer uma disputa contra a mídia que incitou o genocídio de 1994, conhecido pelos brasileiros principalmente através do filme Hotel Ruanda (2004).

O contexto brasileiro se assemelha, em alguns aspectos, ao queniano. A jornalista e consultora da ONG Conectas, Laura Daudén, falou sobre a liberdade de expressão na perspectiva dos direitos humanos e a dificuldade de aplicação dos parâmetros para a prática concreta. O Brasil ainda tem como desafios a regulação da comunicação e a aplicação da Lei de Acesso à Informação, que foi promulgada no bojo das revisões acerca da ditadura militar brasileira e já completa três anos no próximo mês de maio. Sua aplicação, porém, ainda não é efetivada. “Pedimos para a Polícia Militar o número de pessoas feridas nas manifestações de rua de 2013, e ainda hoje não obtivemos uma resposta”, disse Laura Daudén.

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A jornalista e integrante do Coletivo Intervozes Bia Barbosa pontuou que, além das questões políticas, o direito à comunicação também é limitado pelo poder econômico. “A concentração midiática faz com que no Brasil a mídia não reverbere a pluralidade e diversidade culturais que existem no país”, afirmou.

A canção queniana, que dizia “anjo, eu te amo, anjo” trouxe ternura para a dureza do debate, que contou com casos de pessoas que chegam a ser presas e expatriadas por exercer o direito à comunicação. Um mundo sem mídia livre talvez não demande um grande esforço de imaginação, seja em ditaduras ou regimes democráticos.